29 de dez. de 2010

Normas e controvérsias no Reconhecimento de Receitas

O reconhecimento de receitas é considerado um dos temas mais controversos pela teoria da contabilidade. Para Hendriksen e Van Breda (1999, p. 224), “a natureza, a magnitude e o momento de ocorrência das receitas constituem problemas fascinantes na teoria da contabilidade”. Isso porque, em determinadas transações, depende de critérios subjetivos para definir se as premissas para reconhecimento foram atendidas. O tema tem sido objeto de estudos e pronunciamentos pelas principais entidades que emitem normas de Contabilidade, exemplo do Financial Accounting Standards Board (FASB) e do International Accounting Standards Board (IASB).
Trecho do Artigo Um estudo sobre Incoterms e reconhecimento de receitas em empresas exportadoras de autoria de Cláudia Ferreira Cruz, Alessandra Lima Marques, Fernando César da Cunha Mattos, José Augusto Veiga da Costa Marques.
O problema continua controvero:Is Revenue Recognition the Death Knell for IFRS Adoption?

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Artigo apresentado no I AdCont e
Reconhecimento da Receita

Adoção do IFRS = Lucro Maior?

Os resultados divergentes em diferentes padrões contábeis são um indicativo de que a Contabilidade não é uma ciência exata! Em tempos de convergência, a uma coisa que se têm certeza (que é exata) é que os profissionais, como sempre, terão muito trabalho para fechar os números!

Prévia de adoção do IFRS sugere aumento do lucro

Fonte: Valor Econômico por Fernando Torres em 16/12/2010

Entre as cem maiores companhias abertas brasileiras não financeiras, 29 adotaram as novas regras contábeis antecipadamente. Os números são de estudo feito pela Ernst & Young Terco. Na amostra existente até agora, o lucro líquido aumentou em 57% dos casos, enquanto houve estabilidade em 14% e queda em 28%. Quando se olha o patrimônio líquido, o resultado foi mais equilibrado. A nova regra gerou incremento de PL para 46% das empresas e redução em 43%. Entre as empresas que tiveram aumento no lucro, em 44% dos casos a alta foi maior do que 10%. Nos casos de baixa, o impacto foi menor, com 37% dos casos com efeito negativo maior do que 10%.

Apesar de os resultados até agora mostrarem efeitos mais positivos que negativos, Paul Sutcliffe, sócio da área de auditoria da EY, diz que não é possível dizer que esse é o cenário mais provável para as demais empresas. "O IFRS é mais baseado em valor justo. Não se pode dizer que o valor tem tendência de aumentar ou de diminuir, mas de ser mais volátil que o custo histórico", explica o especialista.

Questionado sobre o que leva as empresas a se antecipar à exigência da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que obriga a publicação do balanço de acordo com as novas normas somente a partir das demonstrações financeiras do exercício fechado de 2010, Sutcliffe diz que elas o fazem porque já estão bem organizadas, com segurança sobre os números e critérios usados, ou ainda, diante da relevância do ajuste, para acabar com as dúvidas do mercado sobre o impacto nos resultados e no patrimônio.

Esse é o exemplo, segundo ele, das empresas de papel e celulose. As três maiores do setor, Fibria, Suzanoe Klabin, já publicaram os números conforme as novas regras. Todas tiveram elevação significativa no patrimônio líquido, que subiu 83%, 79% e 98%, respectivamente. O registro a valor justo das florestas e também do imobilizado explica boa parte da diferença.

Já no resultado, o impacto não foi uniforme. Enquanto na Fibria houve uma expressiva melhora, a mudança foi praticamente neutra para a Suzano e reduziu em 24% o lucro da Klabin no período de janeiro a setembro de 2009.

A Fibria teve a maior diferença, com a última linha do balanço do primeiro trimestre de 2009 saindo de um prejuízo de R$ 5,8 milhões para lucro líquido de R$ 1,26 bilhão. O reconhecimento pelo valor justo da participação de 12,5% que a empresa possuía na Aracruz antes da incorporação justifica o ajuste.

Na outra ponta da tabela, a empresa com maior impacto negativo em termos de resultado no estudo da Ernst & Young Terco foi a OGX, empresa de petróleo de Eike Batista. O prejuízo dos nove primeiros meses de 2009 subiu de R$ 33 milhões pela regra anterior para uma perda de R$ 119 milhões com o IFRS.

A explicação está no pagamento baseado em ações, que é bastante relevante na empresa - ainda pré-operacional - e passou a ser registrado no resultado.

Ao comentar o ritmo de adoção das novas regras, o sócio da EY destaca que, na amostra de cem empresas observadas, cerca de 20 não tinham como se antecipar por conta de discussões que ainda ocorriam entre auditores e empresas sobre a melhor interpretação das normas.

Esse é o caso das incorporadoras imobiliárias e também de empresas que atuam com concessões públicas, como as de energia elétrica e operadoras de rodovias e ferrovias.

As discussões terminaram na semana passada, e o Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) deve publicar, em breve, após aprovação da CVM, duas orientações sobre os temas.

Até agora, segundo Danilo Simões , sócio de auditoria da KPMG, essas empresas vinham trabalhando com cenários alternativos e discutindo com os auditores quais as melhores práticas. "Talvez essas empresas tenham sido prejudicadas pela complexidade do tema no caso prático da indústria em que operam", diz.

As demais 50 empresas, de acordo com o sócio da EY, poderiam ter usado a nova regra, mas preferiram aguardar. "Não é grande surpresa. Antecipar é um luxo. Todo mundo está correndo, ninguém previu o trabalho que esse projeto ia dar", afirmou Sutcliffe, acrescentando que a maior parte delas já está com quase tudo pronto.

Mas ele diz que existem ainda dois outros grupos de empresas. O primeiro é formado principalmente por empresas de segunda linha, que estão na fase final para terminar o trabalho. O segundo grupo reúne as empresas retardatárias, menores, que ainda nem começaram a avaliação das novas normas contábeis. "O administradora da empresa pensa, 'não tenho ativos biológicos, nem fundo de pensão, não pago opções de ações' e cruza os dedos para não ter problemas", diz ele.Além do efeito no resultado e no patrimônio líquido, Ramon Jubels, sócio de auditoria da KPMG, destaca que o IFRS muda a maneira de a empresa apresentar seus resultados ao investidor. "A exigência de se divulgar os resultados por segmentos, por exemplo, é uma mudança enorme", afirma. Segundo ele, não houve resistência das empresas ao novo padrão contábil, apenas discussões técnicas sobre algumas normas.

Contabilidade Desvirtuada

Nas aulas de Teoria da Contabilidade, entre outras coisas, aprendemos que a Contabilidade existe para satisfazer as necessidades informacionais dos usuários e só será útil se prestar informações relevantes, compreensíveis, confiáveis e comparáveis. O problema é que essas características podem ser direcionados para usuários e interesses surpreendentes!

Casal é preso com drogas e caderno de contabilidade do tráfico na Chácara do Céu
Fonte: O Dia Online em 28/12/2010

Após informações recebidas através do Disque-Denúncia (2253-117), equipes do 23º Batalhão (Leblon) conseguiram prender, um casal com drogas na Chácara do Céu, comunidade localizada atrás do Vidigal, na Zona Sul.
Com o casal, a polícia apreendeu um caderno com anotações da movimentação contábil da venda entorpecentes e uma quantidade ainda não contabilizada de drogas. A ocorrência foi registrada na 14ª DP (Leblon).
No caderno estava a movimentação contábil da venda de drogas
Foto: Márcio Mercante / Agência O Dia

Links

1. Três temas que movimentaram a web em 2010
2. Regulação para as Auditorias
3. O Passivo gigantesco das Companhias Aéreas Falidas
4. Empresas do Grupo Sílvio Santos continuam na mira da Polícia Federal
5. 1º Doutor em Contabilidade "Não-USPiano" do Brasil
6. Os profissionais de Contabilidade do Sri Lanka

Sustentabilidade nas Organizações

"Ver sustentabilidade como fardo é risco"

A missão é criar carrinhos que transportem bolinhas. Uma atividade simples para simulação de negócios, não fosse o detalhe de que, ao longo do processo, surgem demandas nem sempre conhecidas dos profissionais.
Os executivos de todas as áreas da empresa devem responder por ecoeficiência na produção dos carros, design sustentável das bolinhas, parcerias com organizações ambientalistas, marketing responsável.
Simular uma realidade cada vez mais presente no dia a dia das empresas, nem sempre de maneira organizada, foi a maneira que a suíça Susan Svoboda e o americano Stuart Hart, criadores do Green Transformation Lab, encontraram para treinar executivos no árido tema da sustentabilidade.
"São departamentos e áreas que muitas vezes não conversam sobre essas novas demandas verdes. O objetivo é mostrar que, se o fizerem de maneira integrada, todos terão ganhos importantes", resume Svoboda.
De passagem pelo Brasil, Susan Svoboda concedeu a seguinte entrevista à Folha.

Folha - É possível conciliar interesses tão diversos, como de organizações ambientalistas e acionistas, dentro de um mesmo projeto?
Susan Svoboda - Sim, é possível. Por exemplo: organizações que trabalham com o ambiente geralmente cobram as empresas para reduzir a poluição ou fabricar produtos com menor impacto no planeta.
Ao mesmo tempo, fazer produtos verdes diminui os custos de produção, por exemplo em razão da redução dos gastos de energia ou da utilização de materiais de menor risco, tornando-a mais competitiva.

Como o Green Lab trabalha essa questão?
No laboratório, usamos um modelo conceitual em que os objetivos sustentáveis -como prevenção da poluição, responsabilidade com a origem do produto e as tecnologias limpas- vão ao encontro dos objetivos de negócios, como redução de custos e riscos, aumento da reputação, inovação e crescimento.
O alinhamento dessas esferas ajuda as empresas a enxergar com mais clareza estratégias de negócios realmente sustentáveis.

Um dos maiores desafios para as empresas é incorporar a sustentabilidade em diferentes áreas, evitando que funcione como um departamento isolado. Como lidar com esse desafio?
As empresas estão acostumadas a cumprir objetivos e metas, como corte de custos, inovação e ações relacionadas à sua reputação.
Os objetivos de sustentabilidade devem ser encarados da mesma maneira, ou seja, juntamente com os objetivos de negócios, e não como algo "extra" que um dia possa ser esquecido.

Quais os principais riscos relacionados à adoção de um negócio com foco em práticas sustentáveis?
Acredito que o maior risco é quando as empresas veem a sustentabilidade como um fardo, e não como uma oportunidade. Esse tipo de pensamento limita as inovações, pois as empresas entendem que só podem ser sustentáveis se sacrificarem os lucros.
As empresas devem enxergar na sustentabilidade uma oportunidade para repensar os modelos de negócios, os produtos e as tecnologias.
E dessa maneira acharão novos caminhos para oferecer valor aos clientes, fornecedores e acionistas, aumentando sua competitividade e otimizando seus resultados.

Fonte: Jornal Folha de São Paulo por André Palhano em 28/12/2010

23 de dez. de 2010

Boas contábeis

Final de ano chegando e nada melhor do que ver o quanto a Contabilidade está presente em muitas situações da nossa vida, inclusive vida pessoal e familiar!

Enviada pelo Prof. Heraldo C. Reis (Obrigada!)

Em termos contábeis creio que as classificações estão perfeitas! Haja criatividade!
PARA QUEM NÃO ENTENDE NADA DE CONTABILIDADE, VAMOS EXPLICAR MAIS OU MENOS COMO FUNCIONA:

A Solteira é Crédito
A Casada é Débito
A Viúva é Ativo Imobilizado
A Cunhada é Provisão para devedores duvidosos
A Bonita é Lançamento
A feia é Estorno
A feia e Rica é Compensação
A Bonita e Rica é Lucro
A Ex-namorada é Saldo de Exercícios Anteriores
A Namorada é Resultado de Exercício Futuro
A Noiva é Reserva Legal
A Esposa é Capital Integralizado
A Vizinha é Ação de outras companhias
A Amante é Empresa coligada
As Operações Plásticas são Benfeitorias
As Gestantes são Obras em Andamento
As Que Dão Bola são Incentivos Recebidos
As Que Não São Viúvas, Casadas ou Solteiras são Contas a Classificar
As Que Muito Namoram e Não se Casam são Saldo à Disposição da Assembléia
As Que são Surpreendidas em Flagrante são Passivo a Descoberto
E a sogra pode ser classificada como... PREJUÍZO ACUMULADO!

6 de dez. de 2010

3 de dez. de 2010

Séries Econômico-Financeiras das Empresas do Setor de Energia Elétrica

GESEL-UFRJ lança livro que analisa empresas do setor elétrico

Séries 2010 traz análise econômica e financeira de 104 companhias
O Grupo de Estudos do Setor Elétrico da Universidade Federal do Rio Janeiro (GESEL-UFRJ), lançou no dia 23/11/2010 mais uma publicação do Séries Econômico-Financeiras das Empresas do Setor de Energia Elétrica.
O "Séries 2010" apresenta uma reunião de análises, informações e dados referentes a negócios entre as companhias que atuam no setor elétrico brasileiro. Trata-se de um anuário com análise econômica e financeira das 104 empresas mais importantes nos segmentos de geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia.
Voltada para analistas econômicos e financeiros, especialistas e professores ligados ao segmento elétrico, a publicação chega à sua 11ª edição incluindo também o balanço social das companhias. De acordo com o GESEL, o livro é a mais completa publicação sobre o tema no país.
Entre os autores do anuário está o coordenador do grupo, professor Nivade J. de Castro, além de José Augusto V. C. Marques; Rubens Rosental; Cláudia Ferreira da Cruz; Angelino Fernandes Silva e Alessandro Pereira Alves. O livro conta com o apoio da Eletrobrás e do Instituto de Economia (UFRJ-IE).

Superávit FISCAL e Não CONTÁBIL

Acredito que o título dessa matéria seria mais adequado se fosse: Setor público não atinge meta FISCAL para 2010.

O Superávit Primário que o governo tem que atingir a cada ano não é exatamente um conceito contábil em sua essência, ainda que consideradas as peculiaridades do setor público.


Setor público não atinge meta contábil para 2010

O esforço fiscal do setor público está abaixo da meta fixada para 2010, mesmo após todas manobras da equipe econômica do Governo Federal. Os dados foram divulgados pelo Banco Central.

Fonte: Agência Estado em 01/12/2010

Apesar das manobras contábeis patrocinadas pela equipe do ministro Guido Mantega, que inflaram o resultado primário das contas públicas em quase R$ 35 bilhões este ano, o esforço fiscal feito pela União, Estados, municípios e estatais nos últimos 12 meses ainda está abaixo da meta fixada para 2010.

Mesmo excluindo as empresas do grupo Eletrobras da conta, o que reduziu a meta de economia para pagamento de juros (superávit primário) para 3,1% do Produto Interno Bruto (PIB), o setor público conseguiu acumular de novembro do ano passado até outubro deste ano um superávit de 2,85% do PIB, o equivalente a R$ 99,1 bilhões.

A diferença para alcançar a meta anual é relativamente pequena, mas o Banco Central (BC) reconhece que será necessário um esforço adicional até dezembro para garantir esse objetivo. “Ainda tem alguma coisa aí para ser feita até o final do ano”, disse ontem Altamir Lopes, chefe do Departamento Econômico (Depec) do BC, ao divulgar os resultados das contas públicas em outubro.

Sem disposição para efetuar cortes de gastos durante o ano eleitoral, o governo lançou mão de medidas que contribuíram para engordar o superávit primário em 2010. A operação mais vistosa envolveu a capitalização da Petrobras, que gerou um reforço de caixa de R$ 31,9 bilhões em setembro.

A União também garantiu outros R$ 1,4 bilhão com a venda de créditos que tinha na Eletrobras para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e mais R$ 958,5 milhões com o pagamento antecipado, pela Caixa Econômica Federal, de dividendos ao Tesouro Nacional.

Manobras amenizam

Sem essas manobras - consideradas legítimas pela equipe econômica, mas vistas com desconfiança por economistas e analistas de mercado - a situação fiscal estaria ainda mais complicada. O superávit primário acumulado nos últimos 12 meses poderia estar, em valores nominais, 35% abaixo do apurado e longe do objetivo fixado em lei para o ano, mesmo considerando-se a possibilidade de se descontar da meta fiscal os investimentos realizados do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Para Altamir Lopes, o ritmo de atividade da economia no final deste ano permite apostar que o resultado fiscal de novembro e dezembro será melhor do que o registrado no mesmo período de 2009. “Com a arrecadação em aceleração, dado o nível de atividade, o que se espera é a geração de resultados (fiscais) melhores do que aqueles do final do ano passado, em convergência com a meta”, disse.

O resultado primário de dezembro, entretanto é tradicionalmente deficitário. Isso porque no último mês do ano o governo tem que arcar com um aumento das despesas, por conta do pagamento do 13º salário e férias do funcionalismo público.

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Reflexões sobre Convergência, CPC's, Prazos (2)

Mais alguns pronunciamentos do CPC são "revisados" e reeditados por meio de novas deliberações da CVM, resoluções do CFC e assim por diante! Mas pelo teor do comunicado, trata-se apenas de revisão de texto, de tradução, de português!
Será que a empresa contratada para fazer a tradução das normas do IASB está deixando a desejar?
Eu ainda defendo que isso deve ser consequência da convergência "a toque de reconher" que está sendo conduzida aqui no Brasil. Não que a convergência não deva ser realizada, mas pelo contrário, que seja melhor conduzida, refletida para que as informações contábeis sejam melhor apresentadas.

Comissão edita deliberações do Comitê de Contabilidade

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) editou ontem, as Deliberações n. 644/10, 645/10, 646/10 e 647/10, que aprovam, respectivamente, documentos de revisão do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) referentes aos Pronunciamentos CPC 04(R1) - Ativo Intangível; CPC 06(R1) - Operações de Arrendamento Mercantil; CPC 07(R1) - Subvenção e Assistência Governamentais e CPC 37(R1) - Adoção Inicial das Normas Internacionais de Contabilidade. As revisões contemplam as alterações feitas pelo IASB durante 2008 e 2009, aperfeiçoamentos da redação e do entendimento dos pronunciamentos do CPC. O objetivo dessas revisões foi aprimorar o conteúdo, a fim de torná-lo mais próximo à redação do texto da norma internacional.

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“... nunca [...] plenamente maduro, nem nas idéias nem no estilo, mas sempre verde, incompleto, experimental.” (Gilberto Freire)