14 de jul de 2016

VII Congresso Nacional de Administração e Contabilidade – AdCont

Vem aí o VII Congresso Nacional de Administração e Contabilidade – AdCont.

O Congresso Nacional de Administração e Contabilidade – AdCont é uma realização do Programa de Pós-Graduação em Ciências Contábeis (PPGCC) da UFRJ. 
Em 2016, com a co-realização do Programa de Pós-Graduação em Administração da FGV/EBAPE, será realizada a 7º Edição deste importante evento acadêmico, em que o principal objetivo será proporcionar um espaço privilegiado para apresentação de pesquisas relevantes nas áreas de administração e contabilidade.

Neste ano o evento também terá a honra de ser realizado em conjunto com a 18º Edição do Encontro do Mestrado em Ciências Contábeis da UERJ (EmeCC) e abrigará as solenidades de premiação promovidas pelo Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Rio de Janeiro – CRCRJ (Prêmio Contador Geraldo de La Rocque e Prêmio Contador Américo Matheus Florentino). 

Sendo assim, o Congresso AdCont 2016 promoverá uma parceria inédita entre Programas de Pós-Graduação de três diferentes instituições de ensino (UFRJ, FGV e UERJ) e o Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Rio de Janeiro – CRCRJ.


Modalidades de submissão de trabalhos:

-- Trabalhos de Pós-Graduação:  trabalhos oriundos de pesquisas desenvolvidas no âmbito dos programas de pós-graduação stricto sensu (mestrado/ doutorado) em Administração e Contabilidade, podendo ser artigo completo (full paper) ou de projeto de pesquisa (research proposal).

-- Trabalhos de Graduação: trabalhos oriundos de iniciação científica ou de conclusão de curso, desenvolvidos por alunos de graduação dos cursos de Administração e Ciências contábeis. 

-- Prêmio Contador Geraldo de La Rocque: premiação promovida pelo CRCRJ para trabalhos realizados por profissionais de contabilidade (pelo menos um autor deverá possuir registro regular em CRC), com abrangência nacional.

-- Prêmio Contador Américo Matheus Florentino: premiação promovida pelo CRCRJ para trabalhos realizados por alunos de graduação em Ciências Contábeis, localizados no Estado do Rio de Janeiro.

Datas Importantes:
- Submissão dos trabalhos: até o dia 17/08/2016
- Divulgação do resultado da avaliação: 21/09/2016
- Divulgação do resultado da Premiação pelo CRCRJ: 26/09/2016
- Inscrição para autores com trabalhos aprovados: até o dia 10/10/2016
- Inscrição para os demais participantes: até o dia 27/10/2016
- Realização do evento: 28 e 29/10/2016

Maiores informações: Adcont

Local: FGV/EBAPE – Praia de Botafogo, 190, 12º Andar, Botafogo, Rio de Janeiro/RJ.

19 de jun de 2016

Números do Congresso Brasileiro de Contabilidade 2016

Seguem os números do 20º Congresso Brasileiro de Contabilidade (CBC)

Do total de 526 trabalhos submetidos, 150 foram aprovados para apresentação, o que representa 28,5% do total.

A área com maior número de trabalhos aprovados foi Contabilidade Governamental e do Terceiro Setor, com 39 (26%) trabalhos técnicos e científicos, seguida da área de Contabilidade Financeira, com 29 (19,3%) trabalhos.

A área com menor número de trabalhos aprovados foi Contabilidade Tributária. Surpreendente, pois contadores discutem muito questões relacionadas a esta área, porém as pesquisas científicas ainda são escassas.

O Estado com o maior número de trabalhos aprovado foi o Ceará (CBC em Fortaleza!!!), com 23 trabalhos, seguidos por Rio de Janeiro (16) e São Paulo (15).

Apenas seis Estados não tiveram trabalhos aprovados.

Em colaboração com outros colegas da UFRJ e USP, tive três trabalhos aprovados. 

Sem mágicas, o segredo do sucesso é trabalho. 

Fonte das informações: CFC

15 de jun de 2016

Machadianismo

Eu não sei se a cultura machadiana anda em alta, mas fiquei bem curiosa com uma mensgem recebida estes dias:
Abro a caixa de e-mail e tem uma mensagem em que a pessoa se dirige a mim com a expressão "Colenda professora". Hã? A princípio pensei se tratar de um erro de digitação, mas não. O termo existe! Alô, Machado de Assis!!!
Significado de Colenda: feminino de colendo; que é digno de respeito e consideração
‪#‎MachadeDeAssisVive‬

11 de jun de 2016

O Pequeno Príncipe Contador

Dificilmente você encontra alguém que nunca tenha lido ou ao menos ouvido falar no livro “O pequeno príncipe”, de autoria de Antoine Saint-Exupéry, publicado originalmente em 1943. O pequeno príncipe é uma das obras literárias mais traduzidas no mundo, já publicado em mais de 220 idiomas e dialetos.
A partir da hashtag #VejoContabilidadeEmTudo, uma bela tarde de sábado estava lembrando de umas frases do livro que tinha destacado em meu Kindle e comecei a associar com alguns conceitos contábeis.
Dessa associação, surgiu a tabela a seguir.
Teoria da Contabilidade? Conceitos complexos? Que nada! O Pequeno Príncipe nos ajuda a entender!
Então vamos ao Pequeno Príncipe Contador!



Frases do livro O Pequeno Príncipe
Conceito contábil/ financeiro
“Foi o tempo que perdeste com tua rosa que fez tua rosa tão importante
Formação do Capital Social
É preciso que eu suporte duas ou três larvas se quiser conhecer as borboletas...”
Fase pré-operacional
“Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos”
Característica de Ativo intangível
“Se tu vens às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz”
Existência de Ativo contingente
“O que dá beleza ao deserto é que esconde um poço de água em qualquer parte”
Reconhecimento de goodwill
“É bem mais difícil julgar a si mesmo que julgar os outros. Se consegues fazer um bom julgamento de ti, és um verdadeiro sábio”
Dificuldade para definição do valor em uso
“Se você se sente só é porque construiu muros em vez de pontes”
Empresas que operam em monopólio
“Devia tê-la julgado pelos atos, não pelas palavras”
Fatos relevantes
“Só se pode exigir de alguém aquilo que pode dar
Origem do resultado operacional
“Tu decidiste partir. Vai-te embora!”
Desdobramentos de Eventos subsequentes
“Mesmo os nossos fracassos são uma parte de nossos pertences
Reconhecimento de prejuízos acumulados
Todas as estrelas me darão de beber...”
Resultados de coligadas e controladas
“A flor que tu amas não está em perigo
Objetivo das operações de hedge
“Espinho não serve para nada...”
Externalidades negativas
“Ainda vou te proteger e nada será capaz de te machucar...”
Objetivos dos contratos de seguros
“Mas quando a gente fica vermelho, não é o mesmo que dizer ‘sim’?”
Primazia da essência sobre a forma
“Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas...”
Definição de Ações preferenciais
“Pode ir, tudo bem, mas se for voltar, não espere que eu seja a mesma pessoa”
O que são Retornos anormais
“A gente corre o risco de chorar um pouco quando se deixa cativar
Investimentos de risco
“Para se tornar primavera, significa aceitar o risco de inverno”
Investimentos de retorno variável
“Viva o hoje, pois o ontem já se foi e o amanhã talvez não venha”
Ajuste a valor presente
“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”
Participações permanentes
“O que quer dizer cativar? É uma coisa muito esquecida... Significa laços
Transações entre partes relacionadas
“Amar não é olhar um para o outro, é olhar juntos na mesma direção”
Operações controladas em conjunto
“Num mundo que se faz deserto, temos sede de encontrar um amigo
Operações com joint-ventures
“Quando o mistério é muito impressionante, a gente não ousa desobedecer
Características qualitativas fundamentais
“Não se pode esquecer quem precisa da gente
Fornecedores e clientes
“A linguagem é uma fonte de mal-entendidos
Notas explicativas
“Quando a gente anda sempre em frente, não pode ir muito longe”
Necessidade de reestruturação societária
“Serás para mim único no mundo e eu serei para ti única no mundo”
Entidade com concentração acionária
“Não existe nada igual ao sabor do pão partilhado
Distribuição de dividendos
“Se já construístes castelos de areia no ar, não te envergonhes deles, constrói agora os alicerces
Demonstrações consolidadas
“As pessoas veem estrelas de maneiras diferentes...”
Expectativas do mercado
“As estrelas são belas por causa de uma flor que não se pode ver...”
Expectativa de rentabilidade futura
“Mas se tu vens a qualquer momento, nunca saberei a hora de preparar o coração...”
Alterações nas políticas contábeis
Me conquiste que eu serei teu...”
Carteira de clientes
“Assim eu comecei a compreender, pouco a pouco...”
Dificuldades para entender Instrumentos financeiros derivativos
“Nós teremos necessidade um do outro...”
Relação entre empresa, investidores e credores
“Fiz mal em envelhecer. Foi uma pena. Eu era tão feliz quando criança...”
Organização com ciclo de vida em declínio
“Preparar o futuro significa fundamentar o presente
Análise de tendência; análise horizontal
“Mas, com certeza, para nós, que compreendemos o significado da vida, os números não têm tanta importância
Relevance lost! É apenas uma manobra contábil”



Crise ou Não crise

Coisas do nosso jornalismo tupiniquim!

31 de mai de 2016

Convergência contábil no Setor Público

A partir de 2017, União, estados e municípios devem começar a se adaptar para convergir novas regras contábeis internacionais. O processo de integração vem ocorrendo desde 2013 no Brasil.

O vice-presidente técnico do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), Zulmir Breda, conta que, a partir do dia 17 de junho, serão feitas audiências públicas para definir quais serão as novas normas de contabilização pública de estoques, provisões, concessões de serviços públicos e variações patrimoniais - como, por exemplo, aumento ou redução do valor de um patrimônio do ente.

Breda explica que, na prática, as mudanças visam organizar e tornar mais transparente a administração pública brasileira. As alterações estão sendo feitas com base no International Public Sector Accounting Standards (Ipsas), que são normas emitidas pela Federação Internacional de Contadores (Ifac) cujo objetivo é orientar a elaboração das demonstrações contábeis de governos de mais de 100 países.

As novas regras de contabilização citadas por Breda devem ser deliberadas até agosto para poder entrar em vigor a partir de 2017. Nas audiências públicas, participam o CFC, órgão que normatiza a contabilidade do País, a Secretaria do Tesouro Nacional (STN), os tribunais de contas dos estados, municípios e União e outros representantes de entes públicos.

Nessa etapa, os participantes dão sugestões para a formulação das novas regras. Contudo, os entes públicos não serão obrigados a implementar todas as mudanças já em 2017. Para cada norma, existe um calendário. No que diz respeito à contabilização de estoques, por exemplo, a União tem até janeiro de 2019 para implementar as novas regras, enquanto os estados precisam, obrigatoriamente, instituir até janeiro de 2021.

Para os municípios que possuem mais de 50 mil habitantes a data é janeiro de 2022 e para as prefeituras com menos de 50 mil habitantes, o prazo vai igual mês de 2023.

Em andamento

Uma das normas que já está em andamento é o reconhecimento dos créditos oriundos de receitas tributárias e de contribuições. Segundo o presidente do Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (Ibracon), Idésio Coelho, essa regra faz com que o ente público registre um crédito tributário no momento em que uma empresa realiza uma operação, por exemplo. Ele esclarece que, antes dessa norma, o ente só contabilizava o tributo na ocasião do pagamento.

Breda relata que esse procedimento já está mais consolidado à nível federal e estadual. Nos municípios com menos estrutura, o processo de implantação do novo conceito ainda está em fase inicial.

Segundo calendário definido pela Portaria 548, de setembro de 2015, do Tesouro, a União tem até janeiro do próximo ano para consolidar essa norma, enquanto os estados precisam fazer isso até o mesmo mês de 2020. Para as prefeituras com mais de 50 mil habitantes, a data é janeiro de 2021 e para as com menos de 50 mil habitantes o prazo ficou para janeiro de 2022.

Patrimônio

Coelho conta ainda que outra mudança é a contabilização patrimonial das administrações públicas. De acordo com o presidente do Ibracon, não há no Brasil uma regra que centralize o registro dos patrimônios que os entes possuem. "Os inventários estão descentralizados. Temos informações distribuídas em diversos órgãos e que não são reavaliadas. A convergência internacional das normas contáveis irá permitir que, a cada período, o valor de um patrimônio seja atualizado", exemplifica ele.

"Essas mudanças vão significar uma melhoria da gestão pública. Um melhor uso da coisa pública", assinala Coelho, que avalia que as normas devem ser implementadas no Brasil até 2024.

Para fazer a convergência, o CFC mantém um grupo formado por representantes do Tesouro, do Tribunal de Contas da União (TCU), dos Tribunais de contas estaduais e da academia, coordenados por Zulmir Breda. "Já fizemos a convergência das normas aplicadas ao setor privado, das aplicadas à auditoria e o Código de Ética da Profissão. Agora o CFC elegeu a convergência das normas aplicadas ao setor público como uma das suas prioridades para os próximos anos", considera o especialista.

Fonte: Fenacon

27 de mar de 2016

Mudanças no Exame de Suficiência

Recentemente o Conselho Federal de Contabilidade anunciou mudanças na estrutura do Exame de Suficiência. 

O Exame de suficiência é elaborado pela Fundação Brasileira de Contabilidade (FBC), composto por 50 questões e busca aferir o conhecimento mínimo para o pleno exercício da profissão. É dividido em duas partes, uma busca comprovar a habilidade conceitual, o conhecimento teórico, do candidato e a outra a habilidade procedimental, o saber fazer.

Segundo o CFC, a principal mudança foi o aumento do número de questões sobre contabilidade geral, que passou de 15 para 21 itens e a redução de seis para três itens de Contabilidade de Custos. 

De acordo com professor Oscar Lopes, integrante da Comissão do Exame de Suficiência da FCB, “a mudança foi solicitada pelos coordenadores nos últimos três Encontros de Coordenadores e Professores do Curso de Ciências Contábeis e a comissão acatou a demanda”.

A prova passa a ter duas questões de Português e de Ética. Antes eram três itens de cada. Outros temas abordados são contabilidade aplicada ao setor público, contabilidade gerencial, controladoria, noções de direto e legislação aplicada, matemática financeira e estatística, teoria da contabilidade, princípios da contabilidade e normas brasileiras de contabilidade, auditoria contábil e perícia contábil. “
Conforme o professor Oscar Lopes, as questões são cada vez mais interdisciplinares, conteúdos de direto e contabilidade geral podem ser cobrados numa mesma pergunta, por exemplo”.

Eu acrescento duas sugestões para futuras mudanças  no formato do Exame de suficiencia: 
1) Duas fases, uma com provas objetivas e outra com questões discursivas... 
2) E exame periódico para averiguação de competências dos contadores em exercício, pois infelizmente tem muitos profissionais que teimam em não se atualizar.

Fonte das informações: CFC

26 de mar de 2016

Nestes tempos tão difíceis

Nestes tempos tão difíceis. postamos aqui uma texto do grande Bertolt Brecht para inspirar nossas análises e percepção da realidade que nos circunda:


“Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo. 
E examinai, sobretudo, o que parece habitual. 
Suplicamos expressamente: Não aceiteis o que é de hábito como coisa natural, pois em tempo de desordem sangrenta, de confusão organizada, de arbitrariedade consciente, de humanidade desumanizada, nada deve parecer natural, nada deve parecer impossível de mudar.” 

                                           

17 de mar de 2016

Partes relacionadas

Em viagem pelo interior do Brasil, para conhecer um pouco mais da natureza exuberante que este país ainda conserva, acabei conhecendo um casal de estrangeiros, uma portuguesa radicada na Holanda e um britânico.

E durante as caminhadas pelas trilhas, acabamos descobrindo que na verdade não eram exatamente um casal no sentido conjugal da palavra, mas um casal de amigos.

Na verdade descobrimos mais: Eles já foram casados por dez anos e hoje viajam pelo mundo como amigos.

Sob o ponto de vista das normas contábeis, eles publicaram demonstrações consolidadas (IFRS 10/CPC 36) durante dez exercícios, mas atualmente publicam demonstrações sepadadas (IAS 27/CPC 35)... No entanto, assumem empreendimentos controlados em conjuntos (CPC 18/IAS 28), porque constituem verdadeiras partes relacionadas (IAS 24/CPC 05).



15 de mar de 2016

Um mágico no Congresso Brasileiro de Contabilidade


Este ano, no mês de setembro, será realizado o 20º Congresso Brasileiro de Contabilidade (CBC) na cidade de Fortaleza – CE.


O tema do congresso é Contabilidade: Transparência para o Controle Social.

O preço da inscrição para profissionais de contabilidade atualmente está em R$ 1.200,00 (sem alimentação e nem hospedagem).

Mas, o objetivo desse texto não é divulgar informações básicas sobre o CBC, mas questionar algumas escolhas feitas pela organização do mesmo:

1º) A organização deveria repensar o tema central do congresso com abordagem na transparência para o controle social, uma vez que o atual presidente do Conselho Federal de Contabilidade foi condenado por fraude em concurso público (Processo nº. 0008442-29.2013.4.02.5101 (2013.51.01.008442-7)) em benefício do próprio filho e o CFC se cala, assim como os conselhos regionais e seus representantes;

2º) O Brasil passa por um momento delicado em sua estrutura política e democrática e o CFC não emite uma única palavra diante de tais fatos, ao contrário de outros órgãos de classe muito mais atuantes, numa postura pouco transparente e pouco comprometida com as questões relevantes do país;

3º) A organização do CBC anunciou orgulhosamente na última semana uma das grandes palestras do congresso: a de um mágico, sobre o tema: "A fórmula mágica do sucesso". 

Como assim? O país atravessa um momento de crise política e econômica e o CBC traz um palestrante para falar da fórmula mágica do sucesso? E desde quando o sucesso tem fórmula mágica?

Eu aprendi desde a infância e transmito o mesmo aos estudantes com os quais tenho a oportunidade de conviver na universidade que o sucesso não tem fórmula mágica, mas ao contrário exige trabalho sério, árduo, persistente.

Temos tantos temas relevantes para discutir e aprofundar, que envolvem questões contábeis de ordem técnica e também questões de ordem econômica, social e política. Mas teremos um mágico tentando ensinar a fórmula mágica do sucesso.

Talvez um mágico seja até interessante sim em um Congresso de Contabilidade, mas para executar a façanha de transformar os contadores, em geral, em profissionais mais corajosos, transparentes, atuantes, menos apáticos e mais éticos. Isso sim, de várias formas, pode nos conduzir ao sucesso.
“... nunca [...] plenamente maduro, nem nas idéias nem no estilo, mas sempre verde, incompleto, experimental.” (Gilberto Freire)