17 de nov de 2016

Conferência Sulamericana sobre Contabilidade Ambiental

V Conferência Sulamericana sobre Contabilidade Ambiental (CSCA)

 A Vª Edição do CSCA ocorrerá na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de Brasília, em Brasília, Distrito Federal, Brasil, de 29 a 30 de junho de 2017. 
O evento pretende fomentar as discussões sobre a terminologia deste campo de conhecimento, buscando aprofundar pesquisa sobre reconhecimento, mensuração e accountability dos elementos sociais e ambientais que impactam o resultado econômico das entidades, tendo como tema: Valores Humanos e Consumo Sustentável. 

Áreas temáticas:
1- Mensuração e evidenciação de eventos socioambientais (relatórios de sustentabilidade, etc.)
2- Contabilidade e Direito Ambiental (contabilização, tributação, finanças, instrumentos regulatórios, certificações, etc.)
3 - Controladoria Socioambiental (custos ambientais, gestão ambiental, ferramentas para gestão sustentável, avaliação de impacto ambiental, indicadores socioambientais, etc.)
3 - Contabilidade e Economia Socioambiental (métodos de valoração ambiental, equilíbrio e mercado, bens públicos e externalidades, etc).
4 - Auditoria e perícia socioambiental (auditoria no âmbito das práticas do meio ambiente, controle interno e riscos, técnicas e procedimentos de auditoria ambiental, passivos ambientais, laudos e pareceres, danos e multas, etc.)
5 - Ética, Responsabilidade Socioambiental e Governança Corporativa (ética, transparência e sustentabilidade, etc.)
6 - Educação e Sustentabilidade (práticas de ensino em sustentabilidade, etc.)
7 - Temas Contemporâneos (segurança ambiental, políticas públicas, etc.)

Confiram a chamada e as diretrizes para submissão de trabalhos visitando o site oficial do evento: http://soac.unb.br/index.php/CCS2017/ccs2017 

As datas importantes do evento são:
01/11/2016 - Abertura da submissão de trabalhos
01/11/2016 - Abertura das inscrições
14/04/2017 - Fechamento da submissão dos trabalhos
15/05/2017 - Divulgação do resultado da avaliação dos trabalhos

-- Fechamento das inscrições:
Para participantes com trabalho aprovado: 30 de maio de 2017 
Para participantes sem trabalho aprovado: 25 de junho de 2017 
29/06/2017 - Abertura do evento
30/06/2017 - Encerramento do evento

Workshop Convergência Contábil no Setor Público

Workshop Experiências em Convergência Contábil no Setor Público

-- Data: 08 de dezembro de 2016

-- Local: Anfiteatro Ivo Torres

-- Inscrições: http://app.fearp.usp.br/forms/gera.php?form=ppgcc081216
Tendências em contabilidade pública. Um dos lideres de estudo de convergência da contabilidade pública na Europa, Prof. Eugenio Caperchione, em visita ao Brasil, apresenta a experiência européia na convergência aos padrões internacionais de contabilidade em workshop a ser realizado na FEARP, em Ribeirão Preto. No mesmo evento a Secretaria do Tesouro Nacional apresenta os próximos passos da experiência brasileira. O Prof. Caperchione (Università degli Studi di Modena e Reggio Emilia) é o atual presidente da rede de pesquisa internacional comparada em contabilidade pública (CIGAR Network).

-- O evento é organizado pelo grupo de pesquisa PSAGiB (Public Sector Accounting & Governance in Brazil), coordenado pelo Prof André Aquino, do Departamento de Contabilidade da FEARP/USP.

-- O evento será transmitido pela web (http://sites.usp.br/psag/556-2/).

-- O evento será em inglês, sem tradução simultânea.

12 de out de 2016

Religiosidade e o raciocínio moral de alunos de Ciências Contábeis

A edição n. 3, v. 35 (2016) da Revista Enfoque: Reflexão Contábil trouxe a publicação de nove artigos inéditos que versam sobre honorários e rodízio de auditoria, value relevance da DRA, sistemas de controle gerencial, avaliação de desempenho, income smoothing e religiosidade e raciocínio moral! Este último tema me chamou a atenção pela inovação. Nada de mais do mesmo!
Em decorrência do tema pouco convencional, destaco o artigo “Um estudo sobre a relação entre a religiosidade e o raciocínio moral dos alunos de Ciências Contábeis”, de autoria de Leandro da Costa Santos e Josedilton Alves Diniz.
Segundo os autores, o estudo teve como objetivo verificar a relação entre a religiosidade e o raciocínio moral dos alunos de Ciências Contábeis. Como procedimento empírico da mensuração da religiosidade usou-se da Escala de Maturidade da Fé, desenvolvida por Benson, Donahue, Erickson (1993). Já a mensuração do raciocínio moral foi realizada a partir da Defining Issues Test -2 elaborado por Rest e Narvaez (1998). 
O estudo foi conduzido para uma amostra de 67 alunos concluintes do curso de Ciências Contábeis de duas universidades da Paraíba, e a confiabilidade interna dos instrumentos de pesquisa foi feita través do modelo definido por Cronbach (1951). Para averiguar a relação entre a religiosidade e o raciocínio moral, os autores utilizaram o coeficiente de correlação não-paramétrico de Spearman. 
Os resultados evidenciaram que a maioria dos respondentes tem sua fé classificada como integrada. Quanto ao raciocínio moral, a maioria dos respondentes foi classificada no nível de manutenção das normas, o que indica que para a maioria dos indivíduos o cumprimento das leis e normas é o mais importante [Resquícios da nossa tradição Code Law?]. Ainda sobre o raciocínio moral, quando se analisou por tipo constatou-se que a maioria dos indivíduos se enquadrara no tipo 2 (Interesse Pessoal, mas em transição), os indivíduos deste tipo quando envolvidos em dilemas morais, tendem a privilegiar seus próprios interesses. 
No que tange a relação entre religiosidade e raciocínio moral, constatou-se que não existem evidências relevantes que a confirme, uma vez que a relação entre ambas as variáveis não se mostrou significativa. [Ou seja: religião não define consciência moral!]

Gostei do estudo! Tema fora da caixinha!

Nobel de Economia

Os ganhadores:
O Prêmio Nobel de Economia 2016 foi concedido a dois professores de economia: Oliver Hart (Universidade de Harvard e Holmström) Bengt Holmström (MIT). Os pesquisadores ganharam o prêmio por suas contribuições para a teoria dos contratos, que têm múltiplas aplicações em diversos contextos da vida real.
O trabalho de Hart tem ajudado a entender quais companhias devem se fundir, além do equilíbrio correto de financiamentos e quando instituições como escolas devem ser privadas ou públicas. Já o de Holmström ajuda a formular contratos para executivos.

O prêmio:
O Nobel de Economia tem uma recompensa de 8 milhões de coroas suecas, equivalente a R$ 3 milhões. O prêmio inclui ainda um diploma e uma medalha de ouro.
O prêmio de Economia é o único que não remonta ao testamento de Alfred Nobel. Denominado oficialmente Prêmio de Ciências Econômicas do Banco Real da Suécia em Memória de Alfred Nobel, foi criado em 1968 pelo Banco Central sueco para comemorar seu tricentenário e concedido pela primeira vez em 1969. As demais categorias do Nobel são concedidas desde 1901.

Justificativas para o prêmio:
-- “As novas ferramentas teóricas criadas por Hart e Holmström são valiosas para a compreensão dos contratos e instituições da vida real, bem como armadilhas potenciais no projeto de contrato”
-- “[O trabalho deles] estabelece uma base intelectual para traçar políticas e para instituições em muitas áreas, da legislação sobre falências a constituições políticas”
-- “A teoria do contrato, desenvolvida pelos premiados, é um amplo marco de análises dos múltiplos aspectos do contrato, como a remuneração dos executivos com base em sua performance, as franquias, os copagamentos nos seguros ou a privatização do setor público”.
-- “Contratos são apenas uma forma incrivelmente poderosa de pensar sobre partes da economia. Eles são fundamentais para toda a ideia de que o comércio é um tomar uma coisa por outra e que há dois lados para uma transação”.
-- O tema de estudo dos premiados talvez seja menos prestigioso que as grandes questões de crescimento, desemprego ou pobreza, razão pela qual não apareciam nas previsões. Mas ambos tiveram o mérito de abrir caminho “a um fértil terreno de pesquisa fundamental”.
-- “Graças à pesquisa de Oliver Hart e Bengt Holmström, temos agora os instrumentos para analisar não apenas os termos financeiros dos contratos, mas também a prestação contratual dos direitos de controle, dos direitos de propriedade e dos direitos de decisão entre as partes”.

Um Nobel de para homens de universidades norte-americanas:
Do total de 78 edições do Nobel de Economia, 56 (72%) foram concedidos a professores que atuam em universidades norte-americanas.
As mulheres permanecem quase ausentes da lista do Nobel de Economia. Apenas uma mulher ganhou a distinção: a norte-americana Elinor Ostrom, em 2009, junto com outro pesquisador dos EUA.

Dez últimos ganhadores do Nobel de Economia:
2016: Oliver Hart e Bengt Holmström, por suas contribuições à teoria dos contratos.
2015: Angus Deaton (Reino Unido-Estados Unidos), por seus estudos sobre “o consumo, a pobreza e o bem-estar”.
2014: Jean Tirole (França), por sua “análise do poder do mercado e de sua regulação”.
2013:  Eugene Fama, Lars Peter Hansen e Robert Shiller (Estados Unidos), por seus trabalhos sobre os mercados financeiros.
2012: Lloyd Shapley e Alvin Roth (Estados Unidos), por seus trabalhos sobre a melhor maneira de adequar a oferta e a demanda em um mercado, com aplicações nas doações de órgãos e na educação.
2011: Thomas Sargent e Christopher Sims (Estados Unidos), por estudos que permitem entender como acontecimentos imprevistos ou políticas programadas influenciam os indicadores macroeconômicos.
2010:  Peter Diamond e Dale Mortensen (Estados Unidos), Christopher Pissarides (Chipre/Reino Unido), um trio que melhorou a análise dos mercados nos quais a oferta e a demanda têm dificuldades para se acoplar, especialmente no mercado de trabalho.
2009: Elinor Ostrom e Oliver Williamson (Estados Unidos), por seus trabalhos separados que mostram que a empresa e as associações de usuários são às vezes mais eficazes que o mercado.
2008: Paul Krugman (Estados Unidos), por seus estudos sobre o comércio internacional.
2007: Leonid Hurwicz, Eric Maskin e Roger Myerson (Estados Unidos), por seus trabalhos baseados nos mecanismos de intercâmbio destinados a melhorar o financiamento dos mercados.


Fonte das informações: G1 

26 de set de 2016

The Slow Professor

O livro The Slow Professor: challenging the culture of speed in the Academy, lançado pelas Maggie Berg e Barbara Seeber questiona a atual configuração das universidades e o impacto de políticas neoliberais sobre a produção do conhecimento, tanto sob a ótica do direcionamento da pesquisa a interesses econômicos quanto dos processos de gerenciamento das próprias universidades.

Em tempos de publish or perish, como fica a qualidade do trabalho acadêmico? Que relações pessoais e profissionais estamos fomentando em um ambiente de constante competição? A obra Slow Professor é leitura recomendada para quem questiona em sua vida pessoal a lógica de não ter tempo para nada (às vezes nem para se alimentar direito!) e de produzir sem descanso – sempre com excelência, é claro. Mas será que isso é possível? É possível produzir constantemente, com brilhantismo?

As autores defendem a ideia de que não é possível aliar produtivismo acadêmico com excelência e brilhantismo.

"Um dos temas centrais é a questão do tempo. Como o trabalho acadêmico permite uma certa flexibilidade (ainda mais com o desenvolvimento de novas tecnologias de comunicação e pesquisa online) e é um tipo de trabalho contínuo, que dificilmente acaba quando se deixa o campus universitário, há um verdadeiro transbordamento do trabalho para a vida pessoal, com o crescimento de uma sensação de se estar trabalhando “o tempo todo”. Isso gera uma angústia e um estado mental de exaustão que é, em essência, contraprodutivo. O desenvolvimento de pesquisas, novas ideias e teorias depende, essencialmente, de tempo de livre pensar; um tempo que está em falta no modelo da atual estrutura universitária."

20 de set de 2016

Profissões em 2025 III

Um matéria divulgada pelo jornal O Globo fala de profissões em alta e em baixa nos próximos anos.
No sistema em que vivemos as pessoas não são seres humanos, são recursos. E a matéria  sinaliza isso, mas não de forma crítica. Os recursos que não colaborarem para o retorno das organizações serão eliminados.

Ocupações que serão populares em 2025, segundo a matéria:

- “Professional triber”: Profissional freelancer, especialista em unir pessoas de diferentes em culturas em torno de um projeto comum. Cada vez mais a diversidade está presente no mercado de trabalho e essa função tem a habilidade de integrar as pessoas para que tenham a melhor performance e harmonia em equipe.

- Professor freelancer: O ensino passa a ser pontual, atendendo às necessidades e demandas específicas de cada indivíduo. Sem falar no incremento do ensino à distância, por meio de tecnologias de vídeo conferências. [Socorro!!! Nada de Educação numa visão ampla para o exercício da cidadania e transformação social, mas conteúdos focados na formação da mão-de-obra! Adeus Filosofia, Sociologia, Ciência Política...]

- Fazendeiros Urbanos: Aumento da conscientização do consumo e produção autônomas de alimentos orgânicos em áreas urbanas. [O latifúndio mudará de lugar!]

- Cuidadores: A diminuição da natalidade e o aumento da idade laboral dos indivíduos vão impulsionar a função dos cuidadores. A elevação da expectativa de vida da população, a aposentadoria tardia e a mudança do comportamento das famílias que passam a ter menos filhos são exemplos que contribuem para esse crescimento. [Será que vou precisar? Em 2025 certamente não, mas quem sabe lá para 2050 em diante...]

- Instaladores domésticos especialistas em tecnologia (Smart house): Maior procura por especialistas em casas inteligentes e aumento da demanda por casas automatizadas. [Eu já utilizo os serviços desses profissionais!]

- Designer especializado em impressão 3D: Maior procura por aplicações em 3D. As impressoras facilitam a transformação da ideia em matéria. Exemplos: próteses e impressão de projetos tridimensionais.

- Designer de realidade virtual: Aumento do acesso ao ambiente de realidade virtual, por meio de especialistas na criação desses ambientes. Exemplos: visitas virtuais a museus, países, pontos turístico, etc.

Na opinião de Celso Georgief, especialista em Recursos Humanos e sócio diretor da DSG Brasil, essas profissões também estarão em alta em 2025:
- Perito forense digital
- Especialistas em energias alternativas
- Direito em geral, principalmente Direito internacional e arbitragem
- Analisa de gestão
- Consultoria estratégica

As profissões voltadas para qualidade de vida também estarão em alta, já que as pessoas vão viver mais e cada vez mais se preocupam com a qualidade de vida que terão.

Profissões em 2025 II

Um matéria divulgada pelo jornal O Globo fala de profissões em alta e em baixa nos próximos anos.
No sistema em que vivemos as pessoas não são seres humanos, são recursos. E a matéria  sinaliza isso, mas não de forma crítica. Os recursos que não colaborarem para o retorno das organizações serão eliminados.

Ocupações que devem deixar de existir em 2015, segundo a matéria:

-- Operador de telemarketing: Hoje em dia você consegue ter autoatendimento online, o atendimento passa a ser digital. Não precisaria ter um interlocutor pessoa física para isso. É a simplificação dos processos.

-- Contador (elaborador de obrigações fiscais): A carreira passará por transformações nesta atribuição, já que os cálculos passam a ser automatizados, a partir da integração das informações disponíveis entre órgãos públicos e privados. [Thanks God! Já está na hora dos contadores se livrarem da escravidão de serem apuradores e escrituradores de tributos.]

-- Reparador de relógios: Com o avanço da tecnologia e a atualização rápida de novos modelos, vai haver uma diminuição gradativa de instrumentos mecânicos.

-- Subscritor de seguros: Redução de intermediários para determinadas transações. Atendimento passa a ser digitalizado.

-- Agente de crédito: As empresas têm investido em simulações de financiamento imobiliário on-line. Os cálculos e comparações passam a ser realizados por sistemas automatizados.

-- Árbitro: Introdução da tecnologia nos esportes para fins de apuração de resultados.

-- Trabalhadores rurais: A tendência é a automação e o advento de máquinas guiadas via satélite. [Senhor, salve a agricultura familiar e os alimentos orgânicos!]

-- Operador de caixa: Tendência de automatização, através do incentivo das relações de confiança entre consumidor e estabelecimento.

-- Corretor de imóveis: A facilidade das relações comerciais, por meio de sistemas menos burocráticos, vem desburocratizando o mercado imobiliário. Exemplo: Zap Móveis.

-- Digitador de dados: Atualmente há plataformas digitais que fazem leitura e digitalização de documentos. Além disso, cada vez mais a indústria está investindo no desenvolvimento e evolução de leitores de informação. Exemplos: captura ótica de dados do cartão de crédito.

Profissões em 2025 I

Um matéria divulgada pelo jornal O Globo fala de profissões em alta e em baixa nos próximos anos.
No sistema em que vivemos as pessoas não são seres humanos, são recursos. E a matéria  sinaliza isso, mas não de forma crítica. Os recursos que não colaborarem para o retorno das organizações serão eliminados.

Os avanços da tecnologia empurram o mercado de trabalho para mudanças cada vez mais drásticas e transformadoras. De acordo com uma análise feita pela consultoria Ernst & Young, com base em diversos estudos, até 2025 um em cada três postos de trabalho devem ser substituídos por tecnologia inteligente.
[...]
O mercado, nos próximos anos, aposta em profissionais que têm facilidade de se relacionar com várias culturas e perfis diferentes ao mesmo tempo. O grande ponto para que você tenha sucesso não está ligado necessariamente ao que você sabe e sim a como você consegue interpretar, analisar e interligar os dados disponíveis — afirma Antonio Gil, sócio da área de Gestão de Pessoas da Ernst & Young no Rio.
[...]
— Não acredito no fim da profissão de contador, por exemplo. A função será aperfeiçoada, e este profissional deverá estar capacitado para maior envolvimento com aspectos de auditoria, departamento financeiro e análise de gestão — afirma Celso Georgief, especialista em Recursos Humanos e sócio diretor da DSG Brasil. 

Especialista em consultoria contábil, o fundador do Grupo Insigne, Sérvulo Mendonça, também acredita na transformação da profissão, fruto de adaptações educacionais, currículos, formas e modelos de atuação e técnica mais vinculada aos mecanismos tecnológicos.

— Essa afirmação pode fazer com que jovens talentos não busquem as tais profissões — alerta ele.
[...]
Em contrapartida, professores, tão desvalorizados no aspecto financeiro, segundo o estudo, terão dias melhores. Antonio lembra que o ensino passará a ser pontual, atendendo às necessidades e demandas específicas de cada indivíduo, além de haver a consolidação do ensino à distância.

Ranking Universitário

No Ranking Universitário Folha 2016 (RUF), a USP perde a liderança de melhor universidade do Brasil para a UFRJ pela primeira vez. 
Um dos motivos é que os pontos do ENADE são considerados no RUF e a USP não faz o ENADE.

As cinco primeiras colocadas no RUF são grandes universidades públicas, de RJ, SP, MG e RS.
UFRJ         RJ
USP         SP
UNICAMP   SP
UFMG MG
UFRGS RS

A UFRJ tem mais de 43 mil alunos em 182 cursos de graduação, cerca de 4.000 docentes e 8.000 técnicos administrativos e orçamento de custeio e investimento que ultrapassa R$ 440 milhões (2014).

O melhor curso de Ciências Contábeis do Brasil segundo o RUF também é o da UFRJ.

Os cinco melhores cursos de Ciências Contábeis do Brasil segundo o RUF são os seguintes:
1º Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
2º Universidade de São Paulo (USP)
3º Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
4º Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUCSP)
5º Universidade de Brasília (UNB)

19 de set de 2016

Palestrantes Adcont 2016

O Congresso Nacional de Administração e Contabilidade – AdCont é uma realização do Programa de Pós-Graduação em Ciências Contábeis (PPGCC) da UFRJ. 
Em 2016, com a co-realização do Programa de Pós-Graduação em Administração da FGV/EBAPE, será realizada a 7º Edição deste importante evento acadêmico, em que o principal objetivo será proporcionar um espaço privilegiado para apresentação de pesquisas relevantes nas áreas de administração e contabilidade.

Palestrantes confirmados:
-- Amaro Gomes (IASB – Reino Unido), falando sobre IFRS 9, IFRS 15 e IFRS 16
-- Carlos Rufin (Sawyer Business School, Suffolk University, Boston – EUA), falando sobre Contratos de Concessão e Parcerias Público Privadas.
-- Ileana Steccolini (Università Bocconi, Italia), falando sobre Public Sector Accounting & Financial Resilience.
-- Miklos Vasarhelyi (Rutgers University, Nova York – EUA), falando sobre Data Analytics & Continuos Auditing.

Maiores informações e inscrições: Site do VII Adcont
“... nunca [...] plenamente maduro, nem nas idéias nem no estilo, mas sempre verde, incompleto, experimental.” (Gilberto Freire)