23 de abr. de 2020
Podcast Mestre Contábil
Episódio I - Pandemia do Coronavírus: O que a Contabilidade tem a ver com isso? (23 minutos)
Link para o podcast: https://open.spotify.com/episode/67rXxx0pSYSMC7qScmHZEY
Na estreia do Podcast Mestre Contábil falaremos sobre o papel da Contabilidade na Pandemia do Coronavírus. A ideia desse primeiro podcast surgiu após a leitura do artigo dos professores Natan Szuster e Eliseu Martins: "Proposta Para constituição da Reserva para Contingências em virtude da Pandemia do Coronavírus". Para abordar esse assunto de um modo que os alunos dos primeiros períodos de Contabilidade entendam, convidamos o ex-aluno da Profa. Márcia Carvalho na UFRJ: Lucas Giovanelli. Ele, que trabalha na PwC, irá responder à algumas perguntas dos alunos dos primeiros períodos representados pela aluna também da UFRJ: Tauany Silva.
Episódio II - Por que estudar Contabilidade? (46 minutos)
Link para o podcast: https://open.spotify.com/episode/5jvsmvMrFlqyJB6h4ITcCX
No segundo episódio do Podcast Mestre Contábil abordaremos a seguinte questão: Por que estudar Contabilidade? Para responder à essa pergunta convidamos a Profa. Claudia Cruz, professora da graduação e pós-graduação em Ciências Contábeis da UFRJ, autora do blog Ideias Contábeis e co-autora do livro Contabilidade Geral: uma abordagem interativa.
Episódio III - Áreas de Atuação: Auditoria e Perícia Contábil (55 minutos)
Link para o podcast: https://open.spotify.com/episode/71gpO4lim7aBHqJ2yzOT0K
No terceiro episódio do Podcast Mestre Contábil estreiaremos uma série de episódios sobre as Áreas de Atuação do Contador. Nesse primeiro episódio dessa série falaremos sobre as seguintes áreas: Auditoria e Perícia Contábil. Para isso convidamos dois profissionais para responderem às questões enviadas pelos alunos sobre essas áreas de atuação: Fernando Borges – Perito Contábil além de professor, e Luiz Wolf – Sócio-Diretor da KPMG na área de impostos e, também, professor.
Para acompanhar novidades e atualizações do podcast, bem como enviar perguntas e sugestões de temas, siga o perfil do Livro “Contabilidade geral: uma abordagem interativa” e do Jogo de Simulação de Escritório Contábil (https://www.instagram.com/profa.marciacarvalho/) no Instagram.
26 de set. de 2017
Novo Perfil da Profissão Contábil
20 de set. de 2016
Profissões em 2025 III
Profissões em 2025 II
Profissões em 2025 I
29 de mai. de 2015
Normas Internacionais de Contabilidade
E por que esta associação?
Certo! Mas o que o Machado de Assis tem a ver com Contabilidade Internacional?
18 de set. de 2014
Prêmio Ig Nobel 2014
Economia: Pesquisadores italianos do Instituto Nacional de Estatística do Governo [Tipo o nosso IBGE] realizaram estudos incluindo a prostituição e o tráfico de drogas no cálculo do crescimento do país. [Também imagino que pode não ser nada irrelevante considerar a "riqueza" gerada pela prostituição e pelo tráfico de drogas na formação do PIB... Mas imagino que não temos dados confiáveis no Brasil]
1 de jul. de 2014
SophiA: biblioteca de referências do CFC
11 de fev. de 2014
Contabilidade no Celular
Sabia que já tem aplicativo para fazer exercícios e revisões de conteúdos de Contabilidade?
O app Contabilidade, CPC IFRS US GAAP é um aplicativo muito interessante que ensina os pronunciamentos do CPC, inglês técnico e outros temas relacionado à contabilidade. Tudo em forma de Quiz (perguntas e respostas, com explicação).
Interessante para alunos de Ciências Contábeis e curiosos e simpatizantes da disciplina. O app (CONTROLLER) é gratuito e pode ser baixado na Google Play no link: https://play.google.com/store/apps/details?id=br.com.martinlabs.contabilidade.android
Disponível apenas para Android até o momento.
6 de jun. de 2011
Contabilidade, PME e Tecnologias
Pequenas e médias empresas sob maior fiscalização
Autoria: José Maria Chapina Alcazar - SESCON- SP (publicado no Jornal O Debate - 05Jun2011)
Chegou a hora de redobrar a atenção aos controles internos da empresa, investir em profissionais qualificados e repensar a contabilidade como instrumento de gestão. Prestar contas ao Fisco com foco unicamente no cumprimento de obrigações com a Receita Federal é, convenhamos, um pensamento ultrapassado.
Com a intensificação da fiscalização, torna-se imprescindível considerar o conjunto da organização e não mais a contabilidade como um departamento isolado dos demais. Quando o governo implantou o Sistema Público de Escrituração Digital (SPED), em janeiro de 2007, iniciou-se um processo de modernização da fiscalização nas empresas em todo o Brasil. No princípio, quando apenas os grandes contribuintes eram enquadrados, já se notava o ganho econômico para a máquina pública, a partir da eliminação de documentos em papel e o não deslocamento de fiscais e auditores até as organizações. Todo o processo passou a ser feito eletronicamente. Os altos investimentos em tecnologia têm sido feitos para que, em futuro próximo, não seja mais necessária a presença do fiscal nas empresas, independente do porte da organização.
A Receita Federal mantém sua base de dados sempre atualizada acerca das transações de cada contribuinte no mercado e, por este motivo, requer tratamento qualificado por parte das empresas quanto às informações corporativas. A falta de cuidados pode acarretar grandes prejuízos, pois qualquer inconsistência na declaração,seja por erro administrativo ou por operação viciosa de transação, pode ser detectada. Atrasos ou omissões na entrega da declaração acarretam multa de R$ 5 mil por mês ou fração. Inserido no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), oSPED veio para unificar as atividades de recepção, validação, armazenamento e autenticação de livros e documentos que integram a escrituração comercial e fiscal das empresas. Representou para o governo federal um avanço nas relações entre o Fisco e os contribuintes, já que antes do SPED, muitos impostos deixavam de ser recolhidos.
O sistema que começou com três grandes projetos – SPED Fiscal, SPED Contábil e NF-e – evoluiu e agora recebe mais um integrante na guerra contra a informalidade e a sonegação, a Escrituração Fiscal Digital do Pis e Cofins (EFD-Pis/Cofins). O novo sistema eletrônico vem para atender ao cumprimento,por meio da certificação digital, das obrigações acessórias nas três esferas tributárias e abrange os setores da indústria, comércio e prestação deserviços. O objetivo é dificultar o uso de créditos originados de operações nãoprevistas expressamente em lei ou instrução normativa da Receita Federal. Com a novidade, apenasa Dacon, obrigação que controlava o Pis e o Cofins, foi eliminada. Sempre que o governo anuncia inteligências eletrônicas como esta, gera a expectativa de que haverá revisão de obrigações acessórias muitas vezes redundantes entre si.
Na prática, porém, as obrigações convencionais são apenas somadas às declarações digitais. Pela complexidade e quantidade de informações exigidas no novo sistema, outras obrigações acessórias entregues atualmente por meio magnético também poderiam ser substituídas. Não obstante, é preciso levar em consideração o esforço do governo para reduzir a informalidade no país. A partir do cruzamento de um número cada vez maior de informações e sem criar outros impostos, o que não seria bem vindo pelo contribuinte, torna-se possível ampliar a arrecadação. A consequência é que, com monitoramento mais intenso, o agente informal não tenha alternativa a não ser regularizar a empresa, sob pena de multa. Por este motivo, é urgente que micro, pequenas e médias empresas se preparem o quanto antes para as novas ferramentas, pois os olhos da Receita Federal recaem sobre um universo cada vez maior de organizações.
Com o SPED Fiscal Pis/Cofins, o governo passou a ter, a partir de 1º de abril deste ano, o controle de todos os contribuintes que se utilizam de débitos e créditos nas suas transações, sejam comerciais, industriais e de prestação de serviços. Até junho, mais de 10 mil empresas, cuja receita bruta anual ultrapassou R$ 90 milhões em 2009, estarão sob vigilância eletrônica do Fisco, número que em janeiro de 2012, chegará a mais de 1,5 milhão. Investir na profissionalização da contabilidade, bem como na gestão da empresa, é uma demonstração de maturidade e consciência empresarial. É preciso estar atento às normas internacionais de contabilidade, que se fazem cada vez mais importantes e presentes no cotidiano das organizações.
14 de jan. de 2011
Tecnologia e Trabalho
Contrato de trabalho na era da tecnologiaTexto de Alan Balaban Sasson, publicado no Valor Econômico em 14/01/2011
Não resta qualquer dúvida que os meios tecnológicos estão presentes no cotidiano da relação empregado e empregador. Inconcebível em pleno século XXI imaginarmos qualquer relação de emprego que não tenha algum meio eletrônico ou digital que controle ou que esteja vinculado ao trabalho.
Dessa forma, nessa era da tecnologia, os requisitos clássicos que caracterizam a relação empregado/empregador, quais sejam, a pessoalidade, a onerosidade, a habitualidade e a subordinação - que estão em vigor graças ao artigo 3º da CLT - ganham novas nomenclaturas.
A pessoalidade torna-se cibernética no momento em que o intuito "personae" é feito através de sistemas informáticos. Atualmente, diversos empregados laboram em suas casas e/ou em centros de trabalhos alheios às empresas e realizam normalmente suas tarefas. Nessa toada, tem-se que suas respectivas identidades são validadas por programas específicos - login e logoff - e em casos mais avançados, por telebiometria.
Dessa forma, o antigo conceito de pessoalidade, que era compreendido por trabalho realizado por certa e determinada pessoa, passa por uma nova leitura e encontra nos meios tecnológicos uma nova interpretação.
O mesmo ocorre com o requisito da onerosidade, uma vez que o pagamento de salário em espécie é regramento antigo nos moldes das empresas. Atualmente, os salários são pagos por meio eletrônico e são compensados por sistemas informáticos que avisam os empregados da existência de valores em suas contas e o exato dia que foi realizado o depósito. Cria-se, assim, a onerosidade eletrônica.
Importante destacar que diversas empresas validam seus pagamentos por meio eletrônico enviando o valor do salário e a descriminação de cada verba aos seus empregados. O empregado, por sua vez, aceita o pagamento e tem ciência das parcelas, "assinando eletronicamente" os comprovantes por meio de certificação digital.
O requisito da habitualidade virtual é facilmente identificado. É premissa de que em qualquer relação de emprego exista contrato válido, assinado pelas partes, com cláusulas especificas relacionadas à forma da prestação de serviço. Quando os contratos são tácitos, as regras devem ficar claras para as partes.
Os requisitos da relação de emprego estão hoje pautados pela tecnologia
Se o trabalho é feito utilizando meios informáticos ou eletrônicos, importante que exista cláusula no contrato de trabalho que mencione de forma objetiva como se dará a relação entre empregado e empregador. Diante disso, com a realização da atividade normal do trabalho - por meios tecnológicos - a habitualidade virtual estará comprovada.
Por fim, o principal requisito da relação de emprego - e atualmente o mais polêmico - é a subordinação. A doutrina clássica divide a subordinação em social, técnica e jurídica, sendo essa última distinguida em subjetiva e objetiva.
Entretanto, analisando a nova relação de emprego - emprego na sociedade de informação - verificamos que todas as classificações foram mitigadas pela virtualização. Dessa forma, encontramos na subordinação virtual a possibilidade do empregado ser fiscalizado de forma remota pelo seu empregador e em alguns casos, por incrível que pareça, quem exerce a subordinação virtual não é o empregador e sim a própria máquina.
Nessa modalidade, as partes devem estar resguardadas em seus direitos. A elaboração de regimento interno com políticas de usos dos meios tecnológicos das empresas é ferramenta fundamental para garantir aos empregados e empregadores direitos e deveres recíprocos e manter a boa ordem no pacto laboral.
O desrespeito às normas internas da empresa viabiliza a rescisão do contrato de trabalho por justa causa. Da mesma forma, se o empregador não cumprir com as cláusulas contratuais, poderá sofrer a justa causa patronal.
Vale destacar decisão recente do Tribunal Regional do Trabalho do Paraná (TRT-PR) - TRT-PR-02963-2005-002-09-00 -4-ACO-00265-2007 - que considera correio eletrônico corporativo e programas de envio de mensagens instantâneas (MSN, Yahoo Messenger e similares) como ferramentas de trabalho para fins de facilitar a comunicação virtual entre empregados e clientes. Com essa visão, o Tribunal deixa claro que essas ferramentas tecnológicas não se encontram protegida pela garantia de sigilo, nem de inviolabilidade, até mesmo porque, não raras vezes, sofrem acentuado desvio de finalidade, mediante a utilização abusiva ou ilegal. É, então, lícita sua monitoração pelo empregador, bem como sua eventual utilização como prova referente a atos ilícitos praticados pelo empregado.
Assim, os novos requisitos da relação de emprego, nessa era em que vivemos, encontram-se pautados na tecnologia aplicada ao trabalho. Dessa forma, empregados e empregadores deverão estar atualizados e a legislação deverá ser interpretada de maneira menos dogmática, para adequar a realidade às novas modalidades de trabalho e aos novos conceitos tecnológicos.
18 de abr. de 2010
Os males da Grande Rede
10 coisas que foram eliminadas ou arruinadas, pela Internet (e 5 que escaparam)
Fonte: Yahoo Tecnologia
Para alguns, a internet é "matadora" - literalmente. Dos jornais e páginas amarelas à privacidade e contato pessoal, a rede já foi acusada de assassinar, eviscerar, arruinar e obliterar mais coisas do que o Incrível Hulk. Algumas acusações são mais verdadeiras que outras, mas a rede com certeza já fez um bom número de vítimas.
A seguir, dez coisas que foram praticamente extintas por ela, e cinco que ainda sobrevivem
1. Confiança nas enciclopédias
Quando eu era um garoto, se algo estava na Enciclopédia Britânica era verdade. Agora - graças à Wikipedia - ter "conhecimento enciclopédico" sobre determinado tópico não é tão impressionante quando você leva em conta que há boa chance de que o que você pensa que sabe foi inventado por um moleque de 12 anos. Depois que um estudo elaborado em 2005 pela revista britânica Nature mostrou que a Wikipedia e a Britânica são igualmente imprecisas, a fé nas enciclopédias despencou. A Britânica atacou o estudo, dizendo que sua metodologia tinha "falhas mortais", mas era tarde demais.
Também morreu: a confiança em estudos sobre as enciclopédias.
2. Discussões na mesa de bar
Antigamente era possível matar muitas horas, e ainda mais neurônios, tomando cerveja e discutindo sobre trivia obscura. Quem foi o melhor jogador, Maradona ou Pelé? Em uma disputa mano-a-mano, quem ganharia: Robinho ou Garrincha? Agora, sempre que um fato é questionado, alguém puxa um smartphone e faz uma busca no Google, ou uma consulta ao Wolfram Alpha, e solta uma análise estatística completa sobre o tema. Qual a graça disso?
3. Aquela paixão do passado
Não importa qual o estado do seu relacionamento atual, sempre era possível escapar por alguns minutos sonhando com as paixões que se foram. Em sua mente, elas continuam tão irresistíveis quanto décadas atrás, quando eram o capitão do time de futebol ou a líder das jogadoras de vôlei. Mas agora todo mundo está no Facebook. E adivinha só? Se as fotos forem atuais, estas pessoas estão tão velhas, e gordas, quanto você.
A boa notícia? Talvez você não se importe. Há uma razão para o Facebook ser apontado como um dos motivos para 20% dos divórcios nos EUA no ano passado. E tenha cuidado com quem você reencontra: pesquisadores britânicos notaram um aumento significativo no número de doenças sexualmente transmissíveis entre a população inglesa graças em parte ao, dizem eles, aumento no número de encontros arranjados através de redes sociais.
4. Discussões civilizadas
A prática de "discordar respeitosamente" está praticamente morta, graças à internet. Falta de educação e ofensas evoluíram para verdadeiras formas de entretenimento, e sites inteiros são dedicados apenas a documentar as discussões mais acaloradas, conhecidas como "flame wars". E embora seja possível encontrar alguns fóruns de discussão e comunidades que encorajam as boas maneiras e penalizam quem ofende, estas estão se tornando incrivelmente raras.
Não concorda? Então vai pros comentários que eu vou te quebrar, palhaço!
5. Ouvir um disco inteiro
Você se lembra de colocar Dark Side of the Moon no toca-discos ou Graceland no CD Player? Seus filhos não vão se lembrar. Não só a idéia de música entregue em uma mídia física parecerá totalmente ultrapassado, como todo o conceito de "álbum" (sem falar em "álbum conceitual") passará batido por eles. Ao longo da década passada, as vendas de álbums completos nos EUA, mesmo em versões digitais, caíram 55% para chegar a apenas US$ 400 milhões em 2009, de acordo com o Nielsen Soundscan. Durante o mesmo período, as vendas de faixas individuais foram de zero para quase US$ 1.2 bilhão.
O iTunes da Apple e as redes de compartilhamento de arquivos destruíram completamente a noção de ouvir mais de uma música de determinado artista de cada vez. "Pai, como você fazia antes da Apple inventar o Shuffle? Caramba, como você é velho!"
6. Perícia
Antes da internet, se você quisesse ser considerado um perito em determinado assunto precisaria ter experiência e qualificação na área. Agora tudo o que é preciso é de um blog e uma quantidade suficiente de cara-de-pau. Por exemplo, em uma pesquisa recente conduzida pela PR Week, 52% dos blogueiros se consideravam "jornalistas". Talvez porque se considerar um mero "digitador" não é tão impressionante.
7. A reputação da Nigéria
Houve um tempo em que a Nigéria era uma nação soberana na África cujo principal produto de exportação era o petróleo. Agora, seu principal produto parecem ser mensagens de e-mail falsas procurando otários dispostos a ajudar ex-ministros a roubar milhões de dólares. O nome do país ficou tão associado a estas mensagens que elas ficaram conhecidas como "Golpe 419" (419 Scam), por causa da seção do código-penal nigeriano que violam.
Mas nós temos um meio para consertar a reputação nigeriana. Vamos divulgá-lo assim que alguém de lá depositar US$ 35 milhões em uma de nossas contas numeradas na Suíça.
8. Ortografia
Você pode culpar o crescimento das mensages de texto, o Windows Live Messenger ou mesmo o Twitter pela morte do bom português (e inglês, e muitos outros idiomas), embora padrões menos rigorosos de qualidade adotados por blogueiros também tenham sua parcela de culpa. Será que o último revisor a sair pode "apagah as lus", ops, "apagar as luzes"?
9. Celebridades
Nos velhos tempos uma pessoa precisaria ser muito bonita ou talentosa para ser famosa. Agora, graças aos "reality shows", vídeos virais e redes sociais, quão mais gorda e imbecil ela for, melhores as chances de se tornar conhecida; Por exemplo, seus últimos 17 filmes podem ter sido uma droga (Kevin Smith, estamos falando com você), mas se você tem mais de 1.6 milhões de seguidores no Twitter, quem se importa? De fato, a batalha do rotundo diretor com a American Airlines após ele ter sido retirado de um vôo por ser gordo demais com certeza foi melhor que filmes como "Cop Out".
10. Sexo
Era algo misterioso e excitante. Para ver dois estranhos em pleno ato era preciso ir a um cinema pornô ou se tornar um voyeur. Agora a pornografia está em toda a parte, e novos vídeos de sexo com "celebridades" aparecem na rede a cada poucas semanas (felizmente, nenhum deles com o Kevin Smith). Qualquer um que tenha visto mais do que cinco minutos de "1 Night in Paris" está mais familiarizado com a anatomia da Srta. Hilton do que o ginecologista dela. Sim, sexo é cada vez mais abundante, graças à internet. Mas sabem o que ele não é mais? Sexy.
Cinco coisas que a internet não matou ou arruinou
1. Fé cega
Era de se esperar que a implosão das .com tivesse ensinado alguma coisa às pessoas. Mas estávamos errados. A fé cega nas novas tecnologias se mudou para as mídias sociais, e ultimamente anda junto com o iPad, da Apple. "Vai mudar sua vida!". Claro....
2. A confiança na "sabedoria das multidões"
Só não sabemos ainda o porquê. Qualquer um que já tenha usado sites como o Digg, Reddit ou mesmo Google sabe que as coisas mais populares na Internet são raramente as melhores. No final das contas, as multidões não são melhores que os indivíduos. São só mais barulhentas.
3. Lojas "de verdade"
As boas e velhas lojas "de verdade" ainda estão conosco, apesar dos esforços da Amazon, Buy.com e similares.
4. Disfarces
A internet permite que as pessoas se reinventem de formas que nunca seriam possíveis no mundo real. Você pode ser um gordo de 40 anos que não consegue mais ver os dedões do próprio pé há uma década, mas seu avatar no Second Life é um garotão sarado. Com pele azul e um rabo.
5. Chuck Norris
Só Chuck Norris é poderoso o suficiente para matar Chuck Norris, e ainda assim ele se replicaria automaticamente.
24 de mar. de 2010
Taxonomia XBRL
Contador terá programa internacional para envio de relatórios
por FinancialWeb (22/03/2010)
A tecnologia, batizada de taxonomia XBRL, automatiza processo de divulgação de relatórios contábeis
O Instituto Internacional de XBRL aprovou o uso do programa taxonomia XBRL (na sigla em inglês: Extensible Business Reporting Language) no Brasil. A tecnologia, criada por um contador americano em 1998, permite a automação do processo de divulgação de envio e recepção de relatórios contábeis de pequenas, médias ou grandes empresas.
Por meio do programa, as informações contidas nos relatórios são convertidas à tecnologia XBRL, sem que haja alteração no conteúdo enviado aos órgãos reguladores. Além de ser compatível com qualquer sistema. As informações são do Conselho Federal de Contabilidade (CFC).
O presidente do CFC, Juarez Domingues Carneiro, está otimista quanto a agilidade no processo de implantação, que será coordenado pela Câmara Técnica. Há dois anos, o CFC e o professor Edson Luiz Riccio, coordenador do Laboratório de Tecnologia e Sistemas de Informação da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (TECSI) da USP, já vêm trabalhando na implementação do XBRL. Com a validação, o Brasil já tem autorização para iniciar o seu próprio processo.
De acordo com Carneiro, a linguagem padrão do XBRL é uma tecnologia irreversível para os relatórios contábeis e financeiros no mundo. "A intenção, a partir de agora, é definir, por meio de um grupo de trabalho estratégico, as ações a serem desenvolvidas neste ano e também a participação de novos parceiros no processo", afirmou Carneiro, em comunicado. Neste ano, o CFC pretende apoiar um evento sobre o tema a ser realizado em São Paulo. Além disso, o Conselho participará, em abril, do Congresso Mundial do XBRL em Roma, onde reivindicará que o Brasil seja a próxima sede do evento em 2012.
30 de jan. de 2010
Organização e controle de Finanças Pessoais
Programas gratuitos para organizar suas finanças
Entra ano e sai ano, a promessa é a mesma. Equilibrar as contas. Para terminar o ano de 2010 no azul, não adianta fazer simpatias e orações na passagem do ano. É preciso muita disciplina com os gastos e organização no orçamento.
E a tecnologia pode ajudar nessa empreitada. Há programas que facilitam a vida de quem quer sanar dívidas, verificar a movimentação da conta bancária e identificar os gastos que podem ser cortados. E o melhor de tudo: são todos gratuitos.
Veja cinco opções de aplicativos que podem auxiliar no controle das finanças.
1) FinanceDesktop
Fabricante: MYFRECOMM
www.financedesktop.com.br
Compatibilidade: Windows
Idioma: Português
Este aplicativo importa dados bancários via internet e cria um relatório com toda a movimentação das contas. É possível, inclusive, gráficos para mostrar a relação entre o custo fixo e o salário no mês.
Para o usuário não esquecer nenhuma conta ou compromisso, o FinanceDesktop oferece uma espécie de agenda, na qual podem ser incluídas as datas de pagamento de todas as contas. No dia determinando, o software dispara e-mails com os lembretes para a quitação.
Para usar o programa, é necessário realizar um cadastro simples no site do desenvolvedor, a MyFreeComm. Em seguida, a empresa envia por e-mail a chave de ativação do software. Quando for utilizar o programa, o usuário deve digitar o login e a senha e, depois, a chave de ativação. Todos os dados apresentados são criptografados, garante o fabricante.
O software requer uma conexão de internet ativa, já que vários dados e até notícias são carregados automaticamente pelo programa.
2) GNUCash
Fabricante: GNU
www.gnucash.org
Compatibilidade: Windows, Mac OS X, Solaris e com todos os sistemas GNU/Linux
Idioma: Inglês, Alemão e Português
Este aplicativo facilita o controle de contas bancárias, ações e investimentos, receitas e despesas. Permite usar contas em diferentes bancos, fazendo o cruzamento de informações e simular transferência entre contas com um clique.
Gera relatórios e importa arquivos do programa de finanças pessoais Quicken, permitindo o compartilhamento e a portabilidade dos dados.
3) Hábil Pessoal
Fabricante: Koinonia Software
www.habilpessoal.com.br
Compatibilidade: Windows
Idioma: Português
Voltado para quem tem mais de um cartão de crédito, várias contas a pagar e diversas contas em bancos, o Hábil é dividido em módulos.
O software gera gráficos e relatório sobre o dia a dia da vida financeira e mostra até um índice de endividamento do usuário. O aplicativo, que roda em Windows, conta com uma agenda para a anotação de tarefas e datas importantes.
4) Orçamento Mensal Pessoal
Fabricante: Microsoft
www.microsoft.com/brasil
Compatibilidade: Windows
Idioma: Português
Elaborado pela própria Microsoft, o programa é na verdade uma planilha Excel 2007 já padronizada para relacionar receitas e débitos. Sua formatação já inclui os itens que respondem pelos principais gastos, como moradia, alimentação e transporte.
A planilha permite fazer um balanço entre os valores projetados e os realizados para cada item da lista. Para alertar os usuários, quando o resultado dos gastos é negativo, uma bolinha vermelha aparece ao lado dos valores.
5) Personal Finances Free
Fabricante: Alzex Software
www.financessoftware.com
Compatibilidade: Windows
Idioma: Inglês, Alemão, Espanhol e Português
Este programa permite controlar o fluxo de caixa e registrar transferências bancárias. Muito intuitivo, o software conta com uma divisão por cores, destacando as despesas e valores a receber. Com ajuda de um gráfico, o usuário pode ver quanto gasta com cada item.
É possível saber, por exemplo, qual é a porcentagem de seu dinheiro que vai para o posto de gasolina ou para o supermercado. Não é possível exportar os dados para uma planilha de Excel. O software é compatível apenas com o formato PDF.
Fonte: Portal Época Negócios
13 de set. de 2009
Formação e tecnologia no exercício profissional contábil
Valor Econômico (10 set. 2009)
Por Adriana Aguiar
A transição da escrituração fiscal e contábil do papel para arquivos digitais - Sped Fiscal e Contábil - exige também mudanças na formação e no modo de agir dos contabilistas, que passaram a ter ainda mais responsabilidades sobre as informações geradas pelas empresas e transmitidas ao fisco. "O profissional deixará de ser um funcionário apartado da empresa para passar a atuar diretamente na gestão da companhia", diz o presidente do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e de Assessoramento (Sescon) no Estado de São Paulo, José Maria Chapina Alcazar.
Para Homero Rutkowski , representante do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) no projeto do SPED, "essas exigências criaram um novo paradigma que traz consigo uma nova forma de repensar a profissão". Isso porque as mudanças dão maior responsabilidade ao contabilista perante o fisco, que deverá conferir as informações transmitidas de forma eletrônica com muito mais facilidade e agilidade.
Para se qualificarem para essa nova realidade, diversos contabilistas têm frequentado palestras em suas entidades de classe. Em agosto, cerca de mil profissionais participaram dos seis eventos realizados pelo Sescon sobre o Sped Fiscal e Contábil e a Lei nº 11.368, que obriga as companhias a se adaptarem às normas contábeis internacionais. "O profissional que não se atualizar ficará excluído desse novo mercado de trabalho", afirma Chapina.
Além do investimento pessoal, os escritórios de contabilidade também terão que investir em tecnologia, segundo o consultor tributário do Sindicato dos Contabilistas de São Paulo (Sindcont-SP), Henri Paganini. As mudanças trarão, em um primeiro momento, problemas para as pequenas e médias empresas, que não têm recursos disponíveis para investimentos em equipamentos. "Isso deve gerar uma procura maior pelos grandes escritórios, que já contam com uma estrutura mais consolidada. Mas aos poucos os pequenos e médios vão se adaptar à nova realidade", diz.
