18 de dez de 2014

Artigos de Periódicos

Esse post faz a divulgação dos artigos publicados no mais recente número da Revista Contemporânea de Contabilidade.
A Revista Contemporânea de Contabilidade (RCC) tem por missão interagir com diferentes públicos e instituições no que diz respeito aos conhecimentos contábeis, tanto em nível nacional como internacional, divulgar e fomentar o desenvolvimento de metodologias e procedimentos nas áreas do ensino, da pesquisa e da extensão em atividades contábeis, e contribuir para a formação humana e profissional nos limites das discussões e possibilidades das Ciências Econômicas e Sócio-Aplicadas. Está direcionada para pesquisadores, professores, estudantes e profissionais de temas contábeis. 

Revista Contemporânea de Contabilidade, 
v. 11, n. 24 (2014)

1)      Dividendos e accruals discricionários: um estudo sobre a relação entre a política de distribuição de dividendos e a qualidade dos lucros
Autores: William Brasil R. Sobrinho, Herbert Simões Rodrigues, Alfredo Sarlo Neto

Um estudo sobre a relação entre a política de distribuição de dividendos e a qualidade dos lucros, que investiga no contexto brasileiro a relação controversa entre a política de dividendos e o gerenciamento do lucro. Utilizando o modelo modificado de Jones (1991), com o ajuste de desempenho da firma sugerido por Kothari, Leone e Wasley (2005), os autores, concluem que não há relação entre pagamentos de dividendos das companhias listadas na BM&FBovespa, no período compreendido entre 203 e 2012, e a qualidade do lucro contábil.

2)      Análise do grau de evidenciação das operações com instrumentos financeiros derivativos pelas companhias brasileiras listadas no Ibovespa
Autor: Marcelo Augusto Ambrozini

O estudo analisa, à luz do CPC 40 (R1), o grau de observância das orientações de 23 itens de evidenciação obrigatória em 45 empresas brasileiras de capital aberto nos relatórios contábeis encerados em 31/12/2013. Em linhas gerais o estudo constatou que a evidenciação desses elementos melhorou após a introdução da obrigatoriedade das normatizações; embora a evidenciação de alguns itens como as operações com hedge deixem a desejar.


3)      Relação entre investimentos em intangíveis e produtividade total de fatores: um estudo do setor industrial brasileiro
Autores: Janderson M. Vaz,  Gideon C. de Benedicto,   Francisval M. Carvalho,  Fabrício M. de Mendonça

O trabalho analisa a possível relação entre a intangibilidade da indústria brasileira e a sua produtividade total de fatores por meio do teste de causalidade de Granger utilizando os dados de 42 companhias industriais brasileiras de capital aberto com ações negociadas na BM&FBovespa. Os resultados da pesquisa apresentaram evidências estatísticas da existência de relação causal do Grau de Intangibilidade na Produção total de Fatores apenas para os setores Petróleo e Gás e Siderurgia e Metalurgia.


4)      Accruals discricionários nas combinações de negócios e o preço das ações
Autores: Leandro Augusto Toigo,  Tania Cristina Chiarello, Roberto Carlos Klann

O artigo investiga a relação dos accruals discricionários em períodos pré e pós- combinação de negócios no Brasil com o desempenho da companhia no mercado de ações no mesmo período. Os resultados desta pesquisa descritiva e documental, permitem concluir que as 32 companhias brasileiras que realizaram operações de combinação de negócios no período de 201 e 2012 não utilizaram accruals discricionários com o objetivo de elevar o valor de suas ações no período pré-combinação.

5)      Conformidade no reconhecimento de ativos intangíveis: um estudo na perspectiva da teoria institucional
Autores: Bianca B. Liszbinski,  Clóvis A. Kronbauer, Clea B. Macagnan, Tiago Z.Patias

O artigo, à luz da teoria institucional busca verificar a conformidade do balanço patrimonial e das notas explicativas de 50 empresas no período de 206 a 2012 às normativas exigidas para o reconhecimento contábil dos ativos intangíveis. Para a amostra selecionada os resultados revelam uma convergência gradual à nova matriz institucional relativa aos AIs e a possibilidade de utilização da teoria institucional para explicar a mudança nos procedimentos contábeis do reconhecimento desses elementos especialmente a partir de 2010 com a normatização do CPC 04.


6)      Redução do imposto sobre produtos industrializados e seu efeito sobre a venda de automóveis no Brasil: uma análise do período de 2006 a 2013
Autores: Marcelo D. Wilbert,  André Luiz M. Serrano, Rodrigo S. Gonçalves, Laís S. Alves

O trabalho tem por objetivo verificar se a redução da alíquota do IPI causou alterações nas vendas de automóveis. O estudo, a partir dos testes de regressão selecionados para análise, não evidenciam a existência de relação de significância entre a redução do IPI e a venda de automóveis para o período analisado.


7)      Análise da relação do produto interno bruto dos municípios do estado de Santa Catarina com as demonstrações do valor adicionado
Autores: Larissa Degenhart,  Mara Vogt,  Nelson Hein

O presente artigo analisa os dados do Produto Interno Bruto com as DVAs da Agropecuária, Indústria Serviços e da Administração de 293 municípios catarinenses do Censo Demográfico de 2010 divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os autores concluem “que a Demonstração do Valor Adicionado é considerada uma importante aliada na formação do Produto Interno Bruto”.


8)      Riscos de corrupção e infrações conexas: o caso dos institutos politécnicos públicos portugueses
Autores: Carla Isabel D. C. Cardoso, Sandra C. D. Nunes, Maria Teresa V. D. Alves

Nesse trabalho os autores investigam o nível de divulgação de informação sobre o risco apresentado por 15 Institutos Politécnicos (IP’s) portugueses. O estudo concluiu que os IP’s apresentavam riscos estratégicos, financeiros, operacionais e de perigos.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Sua participação é muito importante para as discussões de ideias contábeis e outras mais. Obrigada!

“... nunca [...] plenamente maduro, nem nas idéias nem no estilo, mas sempre verde, incompleto, experimental.” (Gilberto Freire)