16 de jan de 2011

O Contador no Livro Comer, Rezar, Amar

Estou lendo o livro Comer, Rezar, Amar [Título Original: Eat, Pray, Love] de Elizabeth Gilbert [Já assiti o filme]... Um das minhas diversões não contábeis das minhas quase-férias. E, embora já tenha assitido o filme, me passou despecebido [ou realmente não foi abordado no filme] o detalhe de que um dos melhores amigos italianos da Liz [protagonista-autora] em sua trajetória na Itália era um Contador.
Transcrevo o texto abaixo do livro em que a protagonista-autora fala sobre suas percepções do trabalho do Luca [seu amigo contador].
Mais uma evidência de qua as pessoas, em geral, têm uma visão bem limitada e equivocada da extensão do trabalho de um Contador, que espero ser paulatinamente modificada.

"Luca é contador. Um contador italiano, o que significa que, segundo sua propria definição, ele é 'um artista', porque existem várias centenas de leis tributárias em vigor na Itália, e todas elas se contradizem entre si. Assim, fazer uma declaração de imposto de renda aqui [na Itália] exige uma improvisação digna de um jazzman. Acho engraçado que ele seja CONTADOR, porque esse me parece um trabalho sisudo demais para um cara tão descontraído."

4 comentários:

  1. RT @joisyalves “@claudiacruzba: No Blog Cláudia Cruz - Ciências Contábeis: O Contador no Livro Comer, Rezar, Amar: http://t.co/BPhzFuh” Adorei "o sisudo demais para um cara descontraído" Achas que parece com alguém ?

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  2. Querida Joisy,
    Embora não seja necessariamente a regra, conheços alguns profissionais de Contabilidade sisudos sim e igualmente outros bem descontraídos

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  3. Professooora, tbm estou lendo esse livro e acredita que passou despercebido esse detalhe do amigo contador dela.. rs.. vou voltar e ler de novo.. Ah! o livro é mto bom, estou adorando! Ótimas férias!

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  4. Oi Michelli! Como sou blogueira contábil, esse detalhe não poderia passar sem eu notar! Para ser mais específica é no capítulo 20, página 67. Boas férias para ti também. E obrigada por acompanhar o Blog.

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“... nunca [...] plenamente maduro, nem nas idéias nem no estilo, mas sempre verde, incompleto, experimental.” (Gilberto Freire)